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Prolata divulga plano de ações para fomentar a logística reversa

09/04/2013 - Terça-Feira
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Atividades serão desenvolvidas em parceria com a Abrafati e o Ministério do Meio Ambiente

A Associação Prolata Reciclagem, em parceria com a Abrafati (Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas), apresentou ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) proposta de Acordo Setorial para a logística reversa de Embalagens de Aço. Trata-se de um conjunto de ações as quais serão colocadas em prática em cumprimento à Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS, instituída pela Lei nº. 12.305/2010 e pelo Decreto nº. 7.404/2010.

De acordo com a PNRS os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes são obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mediante retorno dos produtos após o uso pelo consumidor.

Hoje o mercado nacional consome em média 7 milhões de toneladas de aço pós-consumo por ano e o descarte adequado de latas de aço pós-consumo é capaz de gerar apenas 600 mil toneladas por ano em média. “O mercado é capaz de absorver e revalorizar 100% das latas de aço pós-consumo” afirma Thais Fagury, gerente executiva das associações Prolata e ABEAÇO (Associação Brasileira de Embalagem de Aço).

Dentro deste panorama a Prolata se a adianta e une esforços para a melhoria das ações de logística reversa de resíduos de embalagens de aço, que compõem parte do ciclo de fabricação de novo aço.

Segundo a gerente executiva, as ações serão executadas em conjunto com cooperativas de catadores, recicladores, siderúrgicas e municípios.

Outros importantes parceiros deste processo são os consumidores, como ressalta Thais. “Para que a reciclagem da embalagem de aço ocorra, o descarte seletivo pelo consumidor e a devolução da sucata de aço aos pontos de coleta seletiva são etapas necessárias e fundamentais”, ressalta Thais.

Com o início destas ações a Prolata projeta reciclar 35% das embalagens de aço até o final de 2015, 40% até 2019, 45% até o ano de 2023, 50% até 2027 e 60% das embalagens até 2031, metas acima das estipuladas pelo MMA.

Para chegar a estes resultados serão realizadas campanhas educativas com a população, incentivos para o aumento da capacidade das cooperativas para receber, prensar e fazer a triagem das embalagens de aço, criação de centros de reciclagem e parcerias com siderúrgicas. Treinamentos de cooperados também irão acontecer.

Uma das principais ações é a criação de um Centro Prolata de Reciclagem nas cidades sedes da Copa de 2014 (Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo). Estes centros se comprometerão a comprar (pelo melhor preço praticado no mercado) as embalagens de aço pós-consumo e a garantir a reciclagem do material coletado por meio de usinas siderúrgicas.

Nos Centros Prolata de Reciclagem também será feita a limpeza adequada das embalagens de tinta, tratando de forma ambientalmente adequada os resíduos do produto antes de enviá-lo para reciclagem.

Na segunda fase do trabalho todas as ações serão aplicadas nos principais municípios brasileiros. “A abrangência e ampliação do projeto serão definidas após análises dos resultados obtidos na primeira etapa. Novas propostas serão feitas até que sejam atingidos a totalidade dos municípios brasileiros”, explica Thais.

O Ministério do Meio Ambiente em contrapartida deverá, junto com os consórcios intermunicipais e municípios, estabelecer sistema de coleta seletiva, fomentar o trabalho dos catadores de lixo, por meio de sua incorporação a sistemas de coleta seletiva ou triagem de resíduos sólidos. Com isso promoverá inserção social desses trabalhadores e erradicará os lixões.

“Embalagens de aço pós-consumo são consideradas matéria prima para a indústria siderúrgica, a sua utilização minimiza impactos ambientais e por isso colocar estas ações em prática é tão

Fonte: Press à Porter Gestão de Imagem



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