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Embalagens metalizadas de BOPP são recicláveis

02/08/2010 - Segunda-Feira
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Laudo do Cetea-Ital comprova que as embalagens metalizadas de biscoitos, salgadinhos, entre outros produtos, são 100% recicláveis, assim como todos os tipos de plásticos

São Paulo, julho de 2010 – As embalagens plásticas metalizadas, de biscoitos, salgadinhos e outros produtos, são 100% recicláveis. A Vitopel, terceira maior produtora mundial de filmes flexíveis*, também é fabricante desses filmes metalizados e informa que, assim como todas as embalagens plásticas, essas também devem ser coletadas e encaminhadas para a reciclagem.

Laudo do Centro de Tecnologia de Embalagem e Instituto de Tecnologia de Embalagens para Alimentos (Cetea-Ital) mostra que, uma vez que a espessura da camada de alumínio presente na embalagem de BOPP metalizado é cerca de 1000 vezes menor que a espessura do filme de BOPP, não há problemas em sua reciclabilidade. Assim, as embalagens metalizadas, assim como as transparentes do produto devem levar o símbolo de reciclável e ser coletadas juntamente com os plásticos.

O Cetea-Ital avaliou os dados da reciclagem mecânica dos plásticos no Brasil e atestou que os filmes metalizados não são mais reciclados por falta de informação. No processo pós-industrial, quando há rebarbas e sobras de filmes que ainda não foram para o mercado, a reciclagem é maior. Porém, no pós-consumo, ainda falta a coleta seletiva do produto, o que faz com que ele quase não seja reciclado atualmente, afirma a gerente de Embalagens Plásticas e Meio Ambiente do Cetea-Ital, Eloisa Garcia.

Mercado e tecnologia - A Vitopel destina 64% de sua produção anual de 150 mil toneladas de filmes para o segmento de embalagens, que inclui o setor alimentício, gráfico, agrobusiness, pet food e outros.

A tecnologia aplicada no desenvolvimento de seus filmes oferece proteção aos alimentos por maior tempo e, como conseqüência, o produto fica mais tempo preservado na prateleira (maior shelf life). Outra característica dos filmes flexíveis biorientados é que usam menos matéria prima, resultando em menos resíduos no pós-consumo.

Reciclagem – A Vitopel só trabalha com matéria prima 100% reciclável. E, para fechar o ciclo de vida de seus filmes flexíveis – e também de outros plásticos -, a empresa desenvolveu o Vitopaper®, papel sintético feito de plásticos reciclados do pós-consumo, como as embalagens metalizadas ou transparentes, rótulos e sacolas plásticas. A fabricação do papel sintético (Vitopaper®) utiliza a tecnologia aplicada na produção de filmes flexíveis de polipropileno, porém com o diferencial de usar diversos tipos de plásticos que seriam destinados ao lixo.

Para cada tonelada de Vitopaper® produzido, são retirados das ruas e lixões cerca de 850 quilos de resíduos plásticos e o resultado é um material de alta qualidade visual, similar ao papel “couché”, que permite a escrita manual e a impressão pelos processos gráficos. Com textura agradável ao toque e extremamente resistente, o Vitopaper® não molha, não rasga e pode ser reciclado inúmeras vezes. O Vitopaper® é um produto com patente mundial.

A Vitopel investe anualmente cerca de US$ 2 milhões em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e detém outras patentes de produtos criados para diversos mercados. A empresa conta com o único centro de pesquisa para desenvolvimento desta tecnologia na América Latina.

* Filmes flexíveis de BOPP, ou seja, de Polipropileno Biorientado que apresentam maior resistência e menor espessura, o que demanda menos matéria-prima na fabricação de embalagens. O resultado é um produto com excelente eco-eficiência e que atende as principais exigências dos consumidores em relação aos resíduos gerados no pós-consumo.

Sobre a Vitopel – O Brasil detém 60% do consumo sul-americano de embalagens flexíveis e a Vitopel detém 52% do mercado nacional, sendo que 64% de sua produção são para segmentos de embalagens. Anualmente, produz 150 mil toneladas de filmes flexíveis em suas três unidades, duas no Brasil (Mauá e Votorantim, no Estado de São Paulo) e uma em Totoral (Argentina). Em Votorantim se localiza a única Planta Piloto e Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da América Latina, o que lhe permite a busca constante por soluções em filmes flexíveis para as mais diversas demandas do mercado. Com presença global e escritórios no Brasil, Estados Unidos e Argentina, a Vitopel, estabelece parcerias comerciais pelos cinco continentes.

Fonte: YELLOW COMUNICAÇÃO





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