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Revisão da estrutura tributária é saída para enfrentar a crise mundial



O planejamento tributário é uma das grandes ferramentas das empresas frente ao turbulento cenário internacional e pode melhorar de 10 a 50% a rentabilidade dos negócios.

Diante de um cenário de crise internacional, com poucas certezas e muita instabilidade, a Pactum Consultoria Empresarial alerta os empresários paranaenses para ficarem atentos e agirem rápido com medidas e estratégias de redução de custos tributários. Gilson Faust, diretor da Pactum, explica que os impostos são um dos maiores custos nas organizações e precisam ser bem administrados. “O gestor deve repensar todo o dia o seu modelo de estrutura tributária e tomar ações diárias de planejamento, em busca de uma maior eficiência”.

Para a Consultoria, ações como repensar as atividades, a estrutura societária, o sistema de distribuição e logística, buscar e negociar incentivos fiscais estudando os existentes são medidas de proteção que podem garantir o negócio num momento turbulento do mercado mundial. “O planejamento tributário é uma das grandes ferramentas que em um momento como esse precisa ser guindado a um plano de grande importância na atividade de qualquer gestor”, garante Faust.

Repensar o sistema de logística dos produtos pode fazer toda a diferença na carga tributária, por exemplo. Segundo o advogado, conforme a empresa consegue criar uma estrutura tributária mais eficiente, a rentabilidade do negócio melhora de 10 a 50 %. “Mesmo em crise, há muito espaço para isso. As alternativas de redução dos tributos podem eventualmente diminuir o preço dos produtos e então propiciar a conquista de mais mercado”.

A Pactum destaca que mesmo as micro e pequenas empresas podem tomar medidas de precaução, repensando modelos societários. “O pequeno e micro empresário têm uma legislação que remete para uma carga tributária diferenciada, mas, mesmo assim, é possível repensar e inclusive melhorar”. Faust encerra orientando que as micro e pequenas empresas podem avaliar os regimes fiscais de ICMS diferenciados, regimes de apuração de Pis e Cofins, regimes societários entre outros aspectos. “No final das contas pode ser mais vantajoso do que ficar numa estrutura de tributação como se tem hoje”, finaliza.


Fonte: Literal Link




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